Carta para ti.
Não mereces um olá, uma boa noite, nem tão pouco um mínimo ato de educação.
Estou magoada. Estou partida em mil pedaços e graças a quem? Pois, exato, a ti mesmo.
Nem merecias que sequer te escrevesse, mas estas palavras que engulo são cada vez mais difíceis de engolir e fingir que estou numa “boa” para contigo. Ou que nem sequer me importo, mas porra, importo-me para merda, para porra, importo-me, mas escolho não me importar.
Eras um dos meus melhores amigos e porra! Apetece-me gritar até expulsar toda esta dor e raiva que tomei de ti nestes últimos dias. Mas mais enraivecida estou comigo mesma por ter ido na onda de mais uma vez brincares comigo e largares-me como quando uma barbie não é mais uma novidade.
Só te digo uma coisa, não faças o que fizeste há uns tempos atrás e não me apoiaste quando mais precisei de ti. Porque apesar de te odiar hoje, não quer dizer que não te possa “perdoar” daqui a meros minutos. Sou burra eu sei, contudo o que disse foi aquela escapatória do coração a falar, mas mais uma vez, não vou te querer poder ver à frente, e espero que entendas o meu lado, porque sempre compreendi todos os teus até à ultima gota espremer.
Mas estou esgotada. Não mereces um pingo sequer de bondade, usaste demasiado de mim, tiraste o pouco amor que vim a colher e a semear desde o inicio do ano. E agora resta apenas negativismo, negativismo esse que tinha deixado de lado no começo de 2018, que fizeste comigo?
Tiraste me tudo, obrigada por isso. Preferiste arriscar perder uma pessoa que por ti podia por as mãos no fogo por teres a sempre presente na tua vida.
Nunca te esqueças, mais uma vez, sempre tive para ti e tu? Onde estás agora?
Lembra-te, se um dia me reencontrares por aí, revive tudo apenas num virar de costas. Ou numa troca de corações que se querem e nunca se poderiam ter.
Se a vida assim o pretender, encontrar-te-ei um dia. Desde que não seja agora.

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