A saudade...(pequeno texto)
Querido diário,
Pediram-me para
escrever sobre a saudade e, mais uma vez, estou a marcar presença neste blog
com um tema “pesado”.
A saudade chega a
não ser suportável, ela consegue arder no peito… é algo que não se controla, se sente e não se consegue
sequer exprimir ou explicar.
Saudade de quem
partiu e não volta, saudade de quem está longe, ou simplesmente de momentos que
se passaram e não voltam.
Falo por mim, muitas
das noites passei sem conseguir dormir por ter saudade de quem não volta,
jamais e, muito sinceramente, nunca conseguirei lidar com isso. Chega a ser
desgastante.
Há dias melhores que
outros, é verdade, dias em que ela nem é relembrada, mas outros que, put* que a
pariu, quem inventou esta porra deveria estar bem bêbado ou deve ter batido com
a cabeça nalgum sítio.
E dói e remói a cada
hora que se passa durante a noite, parece que ela não tem fim.
Saudade até de quem
não está connosco todos os dias mas está no coração. E isso eu até penso que
não nasci para conseguir estar longe das pessoas que mais amo. É cada vez mais
frequente a vontade de estar com elas. Quer seja do meu melhor amigo, como das
minhas miúdas, seja a Clarisse, a Amanda, a Mariana ou a Ana Santos (etc.) são
as melhores gajas que poderia ter conhecido, são as que, se eu pudesse,
viveriam todas comigo, era uma algazarra, mas estava preenchida, e não
precisava de mais nada!
E hoje, querido
diário, estou escassa de palavras para um sentimento que consegue ser um dos
mais fortes que existe.
Mas logo voltarei com este tema. Avante!

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