É para isso que vimos ao mundo
Um dia disseram-me “Tu vais ser feliz, não será agora, porque te sentes péssima, mas num futuro próximo tu terás alguém que te quer bem e a tua vida vai-se endireitar por linhas tortas” e assim foi, não nenhum “Deus” ou o além, que endireitou a minha vida, foi o destino, foi ela (a vida) própria que se endireitou e deu me asas para me sentir feliz hoje.
Pode haver dias maus, alturas más, mas eu sinto-me feliz por ter tão poucas pessoas que eu posso chamar de verdadeiras que estarão sempre cá para mim e sinto-me mais grata por isso a cada dia que passa.
Acho que nunca estive tão grata na vida. É enriquecedor o sentimento de conforto que tenho na vida neste exato momento. Em que me sinto tão feliz por tudo estar como deve estar, aos poucos, a dar resultado na minha vida e se algo falhar, simplesmente era porque teria de ser, porque estava escrito assim.
Ninguém me tira da cabeça que a vida é demasiado curta para estarmos com cara trancada, a chorar pelos cantos e com raiva de um passado que já lá vai, porque o futuro somos nós.
Nós realizamos atitudes ou atos que, com o seu tempo nos traz consequências ou frutos de algo que nós semeámos. E tudo o que é consequência, é lição para aprender desta vida. Tudo se trata de lições. É para isso que vimos ao mundo.
O mais engraçado é que, quem me disse a frase que me motivou a não desistir de nada, foi o meu coração, lá no fundo, no meio de tanto negro, fui eu que me motivei. E não há nada melhor que amor próprio e força de vontade para não resignar de nada nesta vida, pois tudo tem um propósito de acontecer e quando tiver de ser.


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