permanência de alguém.


Há dias e dias. Dias melhores, outros piores. Nós temos muito aquele hábito de dizer que tudo um dia acaba eventualmente por passar, seja maus dias, más fases. Mas não deixa de ser verdade, apenas há uma coisa que não passa. A saudade. 

A saudade abrange muitos campos, desde amizades a perdas que foram e não voltam. No entanto…
Há dias como hoje, que é tão difícil passa-lo sozinha, custa mesmo. Como se sentisse a falta de ter alguém sempre ali. Uma pessoa que esteja permanentemente na minha vida e não bata com a porta como todas as outras fizeram até hoje. 

Alguém que esteja à minha espera quando chegar a casa depois de um longo dia e refugiar-me no abraço dela como senão existisse amanhã. Um prestigiado que se deite comigo e me fizesse carinhos até casualmente adormecer ao ter certezas que estará ao meu lado quando acordar pelas 7h da manhã. 

Alguém que me dê na cabeça por não estar a agir corretamente, mas que tenha orgulho em mim cada vez que cada objetivo que tenha seja plenamente concluído. 

Uma pessoa que esteja apenas ali. Ali e aqui, no meu coração, que não fuja quando as coisas apertarem e fale comigo quando mais precisar, alguém que seja frequente na minha vida e não uma pessoa que apenas apareça quando precisar de carinho ou se sentir sozinho.

Vida de solteiro é boa, mas termos alguém sempre presente no nosso dia a dia, pode ser muito bom também. Namoros não precisam de ser uma privação de liberdade, porque isso só acontece se qualquer um dos dois quiser. 




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