Fortes lágrimas.



As lágrimas que deito fora são mais fortes que eu. 

Não passo de uma mera fragilidade com ossos e músculos que emagrecem cada vez mais por o stress que possuo dentro de mim não me deixa comer na quantidade adequada.

Cada noite é mais escura que a anterior para mim. Não há uma única que não desabe nela. E ninguém me pode ajudar. Ninguém mesmo. 

Porque não quero que ninguém caia comigo ou vá para me ajudar e acabe como areia movediça como eu acabei e me afundo cada vez mais neste poço sem fim. Escuro, negro como o carvão e fica em cinzas quando o mesmo acaba de arder. 

A minha cabeça esfaqueia-me cada vez mais, ela própria acaba comigo. Estou a ganhar sentença de morte.

Dizem-me “o que tu escreves e publicas no blog são pedidos de socorro”. Sinto-me como se, estivesse no meio de uma piscina e ninguém me vê a afogar e a perder os sentidos. Como que, a morte fosse algo que toda a gente esperasse. 

Já o tentei fazer, uma dessas vezes, numa madrugada, onde perdi completamente a noção de tudo e os anjinhos chamavam por mim. Mas sinceramente… o que fiquei eu cá a fazer?

Estou perdida de forças e não aguento por não ter para dar aos meus e faltar para eu sequer conseguir dar um passo em frente. 

Estou acabada. Sinto-me exausta. Mas falta pouco… tem de faltar. Faltará? Ou sobrará?





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