Acerca de um conjunto de palavras aleatórias


Querido diário, 

Cá estou eu mais uma vez, dada por mim na varanda, a olhar para as silhuetas das árvores que pairam por estas bandas e na simplicidade que todo este ambiente se torna, bolas! O quanto eu queria que a vida assim fosse, simples. Tão simples quanto o céu hoje, só apenas com o azul dele e a claridade que ainda paira do por do sol.

Por vezes gostaríamos que tudo fosse assim, simples. Quando na verdade a vida se torna complicada a cada dia que passa. Contratempos e desavenças. 

Sabes… Eu gostaria de ter um psicológico mais forte para suportar tudo. Não é que me esteja a fazer disto ou daquilo. Mas porque há coisas que se não forem ditas… não há paz.

Pois bem, sinto cada vez a minha mente fraca, como um boneco de neve nestes últimos dias de sol em que à sombra estão à vontade uns quase 40 graus. 

E, por mais voltas que dê, por mais pensamentos de que tudo irá ficar bem e que deverei ser forte tenho, parece que mais fraca fico. Irónico, não é?

Como se, por mais ajudas que tenha, por mais mãos que me dêem, nada se irá resolver, porque tem de partir de mim. Mas como irá partir de mim se até eu me sinto perdida?

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